Olá...
Sugiro aos que acompanham o Blog do Nupem a leitura de excelente entrevista com o físico Fritjof Capra. Nessa entrevista, concedida ao programa Roda Viva, em 2006, ele fala sobre ciência, tecnologia, sustentabilidade e ecologia.
O link para leitura da emtrevista é
http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/406/entrevistados/fritjof_capra_2006.htm
Espero que aproveitem.
Abraços.
Prof. Marcelo M. Ferreira
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
17º COLE Congresso de Leitura do Brasil
APRESENTAÇÃO
O 1º COLE – Congresso de Leitura do Brasil foi realizado em Campinas em 1978. No transcorrer de seus 30 anos, o evento conseguiu, além de credibilidade e respeitabilidade (Qualis A – pela CAPES), uma grande projeção nacional no debate da leitura em nosso país, principalmente da leitura escolarizada.
Com periodicidade bianual instalada a partir de 1981, o COLE reúne e aproxima diferentes profissionais nacionais e estrangeiros ligados ao universo do livro e da leitura como espaço de reflexão e socialização de experiências, de produção e divulgação de pesquisas e projetos educativos, de aprofundamento e entendimento das práticas culturais, de atuação e incentivo a políticas públicas. Nessa linha do tempo de mais de 30 anos, o COLE criou uma tradição de rigor naquilo que acredita e propõe para o campo da leitura no Brasil. Tanto é assim que os três últimos Coles (2003, 2005 e 2007) reuniram na Unicamp mais de 4.500 participantes inscritos e uma média de 2000 trabalhos em sessões de comunicação.
A 17ª edição, agendada para o período de 20 a 24 de julho de 2009, pretende não apenas comemorar esses 30 anos de história do COLE, mas também divulgar a história do evento em um espaço de discussão do seu itinerário no cenário cultural e educacional do Brasil e de reflexão e construção de novos caminhos de atuação e parcerias na luta pela democratização da leitura. Mais especificamente, o 17º COLE pretende ser retrospectivo, debruçando-se e refletindo sobre o vasto acervo constituído ao longo do seu percurso, e propositivo, reforçando e delineando idéias que venham a se transformar em sustentáculos para a democratização da leitura no país.
Nunca é demais lembrar a paisagem social das práticas de leitura no Brasil a fim de contextualizar e enaltecer o trabalho que vem sendo feito pela ALB desde a sua fundação em 1982 quando, dentre outros objetivos, a entidade se transformou na principal responsável pelo planejamento, execução e avaliação do COLE. Destacando o fato de estarmos vivendo em 2008, terceiro milênio, essa paisagem - ainda e infelizmente - é repleta de múltiplos desafios, de contradições e de indagações. É preciso imaginação para conhecer melhor os problemas ligados à leitura em nossa contemporaneidade. É preciso imaginação para transver o mundo, para insistirmos em um mundo da leitura e dos livros, que seja melhor, justo e democrático.
No apelo de Manoel de Barros - “O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê. É preciso transver o mundo” - criamos o 17º COLE. Trata-se de numa exaltação à história que esse evento consolidou. Trata-se de um desafio para a conquista de uma sociedade leitora, em que as pessoas, indistintamente, exerçam as práticas de leitura enquanto um direito de cidadania e, dessa forma, possam usufruir dos bens culturais produzidos em sociedade. Possam democraticamente participar do mundo da escrita.
O 1º COLE – Congresso de Leitura do Brasil foi realizado em Campinas em 1978. No transcorrer de seus 30 anos, o evento conseguiu, além de credibilidade e respeitabilidade (Qualis A – pela CAPES), uma grande projeção nacional no debate da leitura em nosso país, principalmente da leitura escolarizada.
Com periodicidade bianual instalada a partir de 1981, o COLE reúne e aproxima diferentes profissionais nacionais e estrangeiros ligados ao universo do livro e da leitura como espaço de reflexão e socialização de experiências, de produção e divulgação de pesquisas e projetos educativos, de aprofundamento e entendimento das práticas culturais, de atuação e incentivo a políticas públicas. Nessa linha do tempo de mais de 30 anos, o COLE criou uma tradição de rigor naquilo que acredita e propõe para o campo da leitura no Brasil. Tanto é assim que os três últimos Coles (2003, 2005 e 2007) reuniram na Unicamp mais de 4.500 participantes inscritos e uma média de 2000 trabalhos em sessões de comunicação.
A 17ª edição, agendada para o período de 20 a 24 de julho de 2009, pretende não apenas comemorar esses 30 anos de história do COLE, mas também divulgar a história do evento em um espaço de discussão do seu itinerário no cenário cultural e educacional do Brasil e de reflexão e construção de novos caminhos de atuação e parcerias na luta pela democratização da leitura. Mais especificamente, o 17º COLE pretende ser retrospectivo, debruçando-se e refletindo sobre o vasto acervo constituído ao longo do seu percurso, e propositivo, reforçando e delineando idéias que venham a se transformar em sustentáculos para a democratização da leitura no país.
Nunca é demais lembrar a paisagem social das práticas de leitura no Brasil a fim de contextualizar e enaltecer o trabalho que vem sendo feito pela ALB desde a sua fundação em 1982 quando, dentre outros objetivos, a entidade se transformou na principal responsável pelo planejamento, execução e avaliação do COLE. Destacando o fato de estarmos vivendo em 2008, terceiro milênio, essa paisagem - ainda e infelizmente - é repleta de múltiplos desafios, de contradições e de indagações. É preciso imaginação para conhecer melhor os problemas ligados à leitura em nossa contemporaneidade. É preciso imaginação para transver o mundo, para insistirmos em um mundo da leitura e dos livros, que seja melhor, justo e democrático.
No apelo de Manoel de Barros - “O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê. É preciso transver o mundo” - criamos o 17º COLE. Trata-se de numa exaltação à história que esse evento consolidou. Trata-se de um desafio para a conquista de uma sociedade leitora, em que as pessoas, indistintamente, exerçam as práticas de leitura enquanto um direito de cidadania e, dessa forma, possam usufruir dos bens culturais produzidos em sociedade. Possam democraticamente participar do mundo da escrita.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
V ERIC

A busca pelo conhecimento é algo inato no ser humano; cada conquista é celebrada como etapas ultrapassadas e motivação para novas. Desde o momento em que o homem conseguiu dominar o fogo, passando por todos os estágios, até chegar às mais recentes descobertas, o processo da aquisição do saber encontra, no meio acadêmico, o espaço adequado ao progresso da ciência.
O avanço tecnológico chegou a um patamar, no qual se percebe que a dinâmica do processo acontece rápido, deixando entrever que onde pensamos ser o limite, parece não ser o fim. Porém, há uma contradição entre evolução tecnológica e evolução da humanidade como um todo, pois existem países onde o mais elementar para a manutenção da vida tem-se mostrado como algo inatingível.
Espera-se que o ensino metódico universal promova a união destas condições: que o conhecimento científico acadêmico esteja a serviço da vida também no plano universal e que as gritantes diferenças entre pobres e ricos sejam cada vez mais diminuídas. O saber deve estar a serviço da humanização do homem.
E nesse sentido, a FAFIMAN, que apresenta como filosofia de trabalho a preocupação com a cultura em suas várias manifestações, promove o V ERIC - Encontro Regional de Iniciação Científica, o qual, no decorrer destes anos, desde a primeira edição, se estabelece como um canal de divulgação do conhecimento sitematizado, e ao mesmo tempo dá sua contribuição para o progresso do homem em sua plenitude.
Comissão Organizadora
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